O Londrina Esporte Clube (LEC) deve contar com um apoio extra na próxima temporada. A formação de um grupo de empresários da cidade deve arrecadar cerca de R$ 250 mil para o clube, no período de fevereiro a junho. O dinheiro será destinado a contratação de um jogador renomado, que irá reforçar o alviceleste na disputa do Campeonato Paranaense.
De acordo com informações do núcleo de comunicação da Prefeitura de Londrina, cerca de 40 empresários já estariam na lista de arrecadação. Cada um contribuiria mensalmente com R$ 5 mil, durante os cinco meses do campeonato.
Segundo a assessoria, os interessados em ajudar o LEC terão direito a alguns benefícios, como cadeira especial durante o Paranaense, sorteio de camisas autografadas por todos os jogadores, e um jantar mensal, com sorteio de R$ 7,500 mil.
Doações
Quem quiser fazer doações ao time, pode acessar o blog da equipe, imprimir um documento, assinar e, posteriormente, fazer a contribuição financeira. O time disponibiliza ainda informações bancárias para os interessados em fazer depósitos. A conta é no banco Bradesco 237, agência 3482/7 e conta corrente número 18127-7.
Rumo ao título
O Tubarão inicia a caminhada no Campeonato Paranaense neste domingo (22). O adversário da estreia é o Atlético-PR. O jogo acontece às 19h30, ainda sem local definido.
De acordo com o presidente do LEC, Cláudio Canuto, a diretoria alviceleste estuda uma possibilidade, junto à Confederação Paranaense de Futebol, de realizar o jogo no Estádio do Café.
"O Atlético já entrou em contato com o Londrina, através do nosso gestor, Sérgio Malucelli. Eles também desejam realizar o confronto na cidade. Ainda falta o aval da Confederação, no entanto, estamos ansiosos e confiantes para fazer os dois primeiros jogos em casa", explicou Canuto.
http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--2521-20120117
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
Obra civil da Selmi em Rolândia já está 50% pronta
A obra estrutural do prédio da empresa Pastifício Selmi S/A, com mais de 120 anos de tradição, dona das marcas de massas Renata e Galo e que deve iniciar os trabalhos em Rolândia ainda no mês de março, está cada vez mais próxima de se tornar realidade.
De acordo com a diretoria da empresa, nesta semana a construção chegou ao percentual de 50% da obra. “Está tudo correndo como o planejado. Se as condições meteorológicas permitirem, muito em breve já estaremos operando o Centro de Distribuição (CD) em Rolândia e consequentemente gerando mais empregos e renda na cidade”, afirmou o proprietário da empresa Ricardo Selmi.
Ainda segundo a diretoria, a mudança da empresa de Londrina para Rolândia será gradativa conforme finalização de toda a obra do complexo. “Em abril devemos começar a instalação de uma nova máquina da empresa já em Rolândia. A máquina vai praticamente dobrar nossa capacidade de produção que hoje é de 2,5 toneladas por hora em Londrina, para 4,5 toneladas hora em Rolândia”, finalizou o diretor.
Para o Prefeito Johnny Lehmann, a chegada da Selmi traz inúmeros benefícios para os moradores. “A cada dia estamos mais próximo de realizar este grande sonho. A Selmi já é de Rolândia e os rolandenses devem se orgulhar muito disso. Muito em breve teremos esta grande empresa instalada em Rolândia e levando o nome da cidade para o Brasil e o mundo”, declarou Johnny.
Com objetivo de criar novas oportunidades de negócios na cidade e também novos empregos, a empresa iniciará em Rolândia linha mais moderna de produção de Spagetti do Brasil. A área para instalação da nova indústria na cidade ocupa um terreno de 300 mil metros quadrados na saída para Cambé.
http://www.jornaluniao.com.br/noticias.php?editoria=2¬icia=MTczNjc=
sábado, 14 de janeiro de 2012
Londrina volta a ter Comic Con
Encontro de quadrinhos será realizado de 30 de janeiro a 5 de fevereiro reunindo lançamentos, oficinas, bate-papos, exposições, feira de revistas e mostra de filmes
Eloyr Pacheco organiza o encontro em parceria com a Associação de Quadrinhistas de Londrina
Um grande evento está agendado na cidade para comemorar o Dia do Quadrinho Nacional, celebrado no dia 30 de janeiro. É o ''Londrina Comic Con'' cuja programação vai se estender até 5 de fevereiro reunindo lançamentos, palestras, bate-papos, workshops, exposições, feira de revistas e mostra de filmes e documentários.
As atividades ocorrerão no Sesc e no Centro Cultural Eloyr Pacheco (complexo que abriga a Garagem Hermética). ''É uma retomada do evento que teve edições em 1991 (no Catuaí Shopping), 1996 (Catuaí Shopping) e 1997 (Museu de Arte). Agora, a partir deste, pretendo realizá-lo anualmente'', anuncia Pacheco, organizador da iniciativa em parceria com a Associação de Quadrinhistas de Londrina.
A programação ainda não está fechada. Entre os convidados confirmados estão Rafael Coutinho (autor de ''Cachalote'' e ''O Beijo Adolescente''), Rodrigo Reis (colorista da DC Comics) e Renato Guedes (''Wolverine''). Um dos lançamentos será a revista ''Histórias do Clube da Esquina'', com presença do autor, Laudo Ferreira Jr.
A publicação conta em quadrinhos a trajetória do movimento musical mineiro que fez história da MPB na década de 70 com participação de Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta e outros. Haverá ainda um ''Fantasticon'', encontro de Literatura Fantástica com presença dos escritores Gerson Lodi-Ribeiro, Silvio Alexandre e F. Medina. Filmes do gênero também serão exibidos, além de uma mostra especial com oito títulos (entre eles ''O Corvo'' e ''Dr. Morte'') dedicada ao mestre do horror, Vincent Price.
Na abertura do evento, Pacheco pretende reivindicar a criação de um museu de artes gráficas em Londrina. ''Recebi um acervo de 500 títulos de mestres nacionais de quadrinhos das décadas de 60, 70 e 80. Esse material foi doado pelo professor e editor José Salles, de Jaú (SP), e é o embrião do museu. Inscrevemos o projeto no Promic, mas ele não foi aprovado. Vamos apresentar uma carta de intenções às autoridades'', diz.
Toda a programação do ''Londrina Comic Con'' será gratuita.
As atividades ocorrerão no Sesc e no Centro Cultural Eloyr Pacheco (complexo que abriga a Garagem Hermética). ''É uma retomada do evento que teve edições em 1991 (no Catuaí Shopping), 1996 (Catuaí Shopping) e 1997 (Museu de Arte). Agora, a partir deste, pretendo realizá-lo anualmente'', anuncia Pacheco, organizador da iniciativa em parceria com a Associação de Quadrinhistas de Londrina.
A programação ainda não está fechada. Entre os convidados confirmados estão Rafael Coutinho (autor de ''Cachalote'' e ''O Beijo Adolescente''), Rodrigo Reis (colorista da DC Comics) e Renato Guedes (''Wolverine''). Um dos lançamentos será a revista ''Histórias do Clube da Esquina'', com presença do autor, Laudo Ferreira Jr.
A publicação conta em quadrinhos a trajetória do movimento musical mineiro que fez história da MPB na década de 70 com participação de Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta e outros. Haverá ainda um ''Fantasticon'', encontro de Literatura Fantástica com presença dos escritores Gerson Lodi-Ribeiro, Silvio Alexandre e F. Medina. Filmes do gênero também serão exibidos, além de uma mostra especial com oito títulos (entre eles ''O Corvo'' e ''Dr. Morte'') dedicada ao mestre do horror, Vincent Price.
Na abertura do evento, Pacheco pretende reivindicar a criação de um museu de artes gráficas em Londrina. ''Recebi um acervo de 500 títulos de mestres nacionais de quadrinhos das décadas de 60, 70 e 80. Esse material foi doado pelo professor e editor José Salles, de Jaú (SP), e é o embrião do museu. Inscrevemos o projeto no Promic, mas ele não foi aprovado. Vamos apresentar uma carta de intenções às autoridades'', diz.
Toda a programação do ''Londrina Comic Con'' será gratuita.
http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--1886-20120114
Balança comercial fecha ano com crescimento de 243%
Apesar da crise econômica internacional, 2011 foi um dos melhores anos para balança comercial de Londrina. As exportações atingiram um volume total de US$ 812.623.816, mais de US$ 500.000.000 sobre o volume de importações, que atingiram a marca de US$ 312.029.948. O saldo de 2011 cresceu 243,64% em relação a 2010, cujo saldo ficou na marca dos US$ 145.685.703. Os dados foram divulgados ontem, pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Apesar do resultado positivo do ano, no balanço divulgado é possível notar que houve uma curva ascendente nas exportações londrinenses de janeiro a setembro. O destaque ficou para o mês de julho, com recorde no valor de exportações, US$ 102.955.929. Naquele mês, o valor das importações também foi pequeno, US$ 29.811.058, o que resultou num saldo comercial de US$ 73.144.871.
A partir de outubro, no entanto, o valor total das exportações começa a cair, com recuperação em dezembro, quando registraram crescimento de 42% em relação ao mês anterior. Mesmo assim, mês não foi tão bom em comparação com dezembro de 2010, com uma queda de quase 20%. Em dezembro de 2011, Londrina exportou US$ 63.670.903 e importou US$26.559.143, com um saldo de US$ 37.111.760. Em 2010, naquele mês, o Município havia exportado US$ 69.342.667, importado US$ 22.987.297 e contabilizado um saldo de US$ 46.355.370.
Os principais produtos exportados continuam sendo as commodities, como grãos – soja principalmente -, café, açúcar, carne bovina e de frango, que vão basicamente para China e países da Europa. Mas produtos industrializados começam aparecer com algum destaque.
Para o diretor de Incentivo à Exportação da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Fernando Kireeff, é interessante analisar os dados de forma mais aprofundada para entender o melhor o mercado e adaptar as políticas públicas para o incentivo à exportação. “Não é ruim ter as commodities como principais itens no comércio exterior. A maioria dos países de economia mais forte também se baseiam nela. Mas é preciso incentivos para tenhamos também produtos de valor agregado nesta lista”, diz.
Para ele, Londrina tem muito espaço para crescer internacionalmente. “Equipamentos temos para isso. A própria Acil vem desenvolvendo um trabalho forte nessa área, incentivando empresas a buscarem esse mercado”, explica.
Para o relações públicas Mário Rafael Calzavara, da Agência de Desenvolvimento Terra Roxa, que promove fomento regional, é preciso que os empresários londrinenses descubram os benefícios da diversificação da linha de ação. “Nós temos dificuldades em montar cursos de incentivo a exportação por falta de interessados. E o momento para aprender é agora. Embora o momento internacional seja delicado, isso é temporário”, afirma.
As 10 maiores empresas exportadoras de Londrina
1 – Seara – US$ 248.680.498
2 - Cacique de Café Solúvel – US$ 182.902.538
3 - Unicafe Companhia de Comércio Exterior – US$ 77.352.842
4 - Couroada – US$ 61.875.119
5 - Adecoagro Vale do Ivinhema Ltda – US$ 49.957.148
6 - Fortaleza Agro Mercantil Ltda. - US$ 30.883.109
7 – Fiação Bratac US$29.327.614
8 - Meridional TCS Indústria e Comércio de Óleos S/A US$ 19.963.181
9 - Diplomata Industrial e Comercial Ltda – US$ 17.265.065
10 - Nutri 100 Agro Ltda – US$ 16.949.754
Principais importadores
1- Milenia Agrociencias S.A.
2- Itap/Bemis Ltda.
3 - Atlas Schindler S/A
4 - Dixie Toga S/A
5 - Viaer Taxi Aéreo e Aerofotografia Ltda
6- Deltaplam Embalagens Indústria e Comércio Ltda
7 - TMT Memory
8 - Brasinter Produtos Químicos Ltda
9 - EBRP - Empresa Brasileira de Reciclagens de Pneus Ltda
10 - Mangoni & Quero Ltda
Pequena grande exportadora
A Angelus Indústria de Produtos Odontológicos S/A é uma pequena empresa londrinense, com apenas 65 funcionários, instalada em um terreno doado pelo Município, no Parque Tecnológico Francisco Sciarra, zona leste. Porém, na relação do MDIC, ela ocupa o 22º. lugar no ranking das 30 maiores empresas exportadoras de Londrina. No ano passado, a empresa exportou US$2.212.598 em produtos e ficou à frente de empresas muito maiores e com mais funcionários. Segundo o controller da empresa, Paulo Calixto, mesmo assim, 2011 não foi um ano bom para as exportações. “Nós tínhamos uma previsão de crescer 20% e, infelizmente, ficamos muito aquém”, diz. De acordo com ele, as exportações representam 30% do faturamento total da empresa e os planos são de aumentar a participação no mercado internacional. “Apesar que, depois que se chega a um determinado patamar, fica um pouco mais difícil”, aponta. De acordo com Calixto, as exportações já estavam nos planos dos proprietários da empresa quando a fundaram. “Ela foi criada com foco de se tornar uma empresa mundial. E, por isso, houve a preocupação de desenvolvê-la olhando o cenário internacional”, explica. Por isso, o projeto da empresa priorizou o padrão de qualidade internacional em seus produtos. “Se não há um padrão, não há mercado lá fora”, afirma. Outros dois pontos em que a empresa foi baseada, segundo Calixto, foram inovação e base tecnológica. “A inovação é fundamental”, afirma.
http://www.jornaldelondrina.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1212328&tit=Balanca-comercial-fecha-ano-com-crescimento-de-243
Apesar do resultado positivo do ano, no balanço divulgado é possível notar que houve uma curva ascendente nas exportações londrinenses de janeiro a setembro. O destaque ficou para o mês de julho, com recorde no valor de exportações, US$ 102.955.929. Naquele mês, o valor das importações também foi pequeno, US$ 29.811.058, o que resultou num saldo comercial de US$ 73.144.871.
A partir de outubro, no entanto, o valor total das exportações começa a cair, com recuperação em dezembro, quando registraram crescimento de 42% em relação ao mês anterior. Mesmo assim, mês não foi tão bom em comparação com dezembro de 2010, com uma queda de quase 20%. Em dezembro de 2011, Londrina exportou US$ 63.670.903 e importou US$26.559.143, com um saldo de US$ 37.111.760. Em 2010, naquele mês, o Município havia exportado US$ 69.342.667, importado US$ 22.987.297 e contabilizado um saldo de US$ 46.355.370.
Os principais produtos exportados continuam sendo as commodities, como grãos – soja principalmente -, café, açúcar, carne bovina e de frango, que vão basicamente para China e países da Europa. Mas produtos industrializados começam aparecer com algum destaque.
Para o diretor de Incentivo à Exportação da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), Fernando Kireeff, é interessante analisar os dados de forma mais aprofundada para entender o melhor o mercado e adaptar as políticas públicas para o incentivo à exportação. “Não é ruim ter as commodities como principais itens no comércio exterior. A maioria dos países de economia mais forte também se baseiam nela. Mas é preciso incentivos para tenhamos também produtos de valor agregado nesta lista”, diz.
Para ele, Londrina tem muito espaço para crescer internacionalmente. “Equipamentos temos para isso. A própria Acil vem desenvolvendo um trabalho forte nessa área, incentivando empresas a buscarem esse mercado”, explica.
Para o relações públicas Mário Rafael Calzavara, da Agência de Desenvolvimento Terra Roxa, que promove fomento regional, é preciso que os empresários londrinenses descubram os benefícios da diversificação da linha de ação. “Nós temos dificuldades em montar cursos de incentivo a exportação por falta de interessados. E o momento para aprender é agora. Embora o momento internacional seja delicado, isso é temporário”, afirma.
As 10 maiores empresas exportadoras de Londrina
1 – Seara – US$ 248.680.498
2 - Cacique de Café Solúvel – US$ 182.902.538
3 - Unicafe Companhia de Comércio Exterior – US$ 77.352.842
4 - Couroada – US$ 61.875.119
5 - Adecoagro Vale do Ivinhema Ltda – US$ 49.957.148
6 - Fortaleza Agro Mercantil Ltda. - US$ 30.883.109
7 – Fiação Bratac US$29.327.614
8 - Meridional TCS Indústria e Comércio de Óleos S/A US$ 19.963.181
9 - Diplomata Industrial e Comercial Ltda – US$ 17.265.065
10 - Nutri 100 Agro Ltda – US$ 16.949.754
Principais importadores
1- Milenia Agrociencias S.A.
2- Itap/Bemis Ltda.
3 - Atlas Schindler S/A
4 - Dixie Toga S/A
5 - Viaer Taxi Aéreo e Aerofotografia Ltda
6- Deltaplam Embalagens Indústria e Comércio Ltda
7 - TMT Memory
8 - Brasinter Produtos Químicos Ltda
9 - EBRP - Empresa Brasileira de Reciclagens de Pneus Ltda
10 - Mangoni & Quero Ltda
Pequena grande exportadora
A Angelus Indústria de Produtos Odontológicos S/A é uma pequena empresa londrinense, com apenas 65 funcionários, instalada em um terreno doado pelo Município, no Parque Tecnológico Francisco Sciarra, zona leste. Porém, na relação do MDIC, ela ocupa o 22º. lugar no ranking das 30 maiores empresas exportadoras de Londrina. No ano passado, a empresa exportou US$2.212.598 em produtos e ficou à frente de empresas muito maiores e com mais funcionários. Segundo o controller da empresa, Paulo Calixto, mesmo assim, 2011 não foi um ano bom para as exportações. “Nós tínhamos uma previsão de crescer 20% e, infelizmente, ficamos muito aquém”, diz. De acordo com ele, as exportações representam 30% do faturamento total da empresa e os planos são de aumentar a participação no mercado internacional. “Apesar que, depois que se chega a um determinado patamar, fica um pouco mais difícil”, aponta. De acordo com Calixto, as exportações já estavam nos planos dos proprietários da empresa quando a fundaram. “Ela foi criada com foco de se tornar uma empresa mundial. E, por isso, houve a preocupação de desenvolvê-la olhando o cenário internacional”, explica. Por isso, o projeto da empresa priorizou o padrão de qualidade internacional em seus produtos. “Se não há um padrão, não há mercado lá fora”, afirma. Outros dois pontos em que a empresa foi baseada, segundo Calixto, foram inovação e base tecnológica. “A inovação é fundamental”, afirma.
http://www.jornaldelondrina.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1212328&tit=Balanca-comercial-fecha-ano-com-crescimento-de-243
domingo, 8 de janeiro de 2012
Nova Santa Bárbara oferecerá educação integral para todos os alunos da rede municipal
Na Água do Sabiá, em 1946, parecia não haver futuro sequer para a única venda de beira de estrada por ali, do polonês José Kuniski, determinado a ir morar em Sapecado, então surgindo no Vale do rio Ivaí, origem de Ivaiporã. Mudar-se-ia de uma faixa do Norte Velho, entre Jataí e São Jerônimo, comunidades fundadas em 1851 e 1854, para uma extensão do exuberante Norte Novo, estendendo-se da margem esquerda do Tibagi, onde cidades ''brotavam da noite para o dia''. Era sair do letárgico século 19 e entrar no trepidante século 20.
Visão diferente a de Emídio Couto de Camargo, que imaginou uma cidade na área de 50 alqueires abrangendo a venda de Kuniski, considerando dois aspectos: o terreno naturalmente aplanado e a situação, às margens da Estrada do Cerne. ''A maior rodovia que se construiu no Paraná em todos os tempos'', proclamara o interventor Manoel Ribas, em 1942, no relatório ao presidente da República, Getúlio Vargas.
O professor e advogado Jacob Bittencourt de Moraes, em ''Histórias e Mistérios do Sertão do Tibagi'' (2005), ''cruza'' a origem do município novo com a genealogia de famílias que chegaram a Jataí e São Jerônimo entre 1870 e 1880. Descendentes permanecem na região e, muito particularmente, na continuidade de Nova Santa Bárbara, cidade moderna no lugar outrora passagem de ''safristas'' de porcos.
''Temos 30% em horário integral e vamos atingir, agora, 100%'', informa o vice-prefeito, Josias Piza de Moraes, sobre o Ensino Fundamental a cargo do município, totalizando 340 alunos, enquanto vai mostrando o novo prédio, que recebe acabamento final, além da estrutura externa para atividades complementares. São 11 salas de aula, cozinha, refeitório e outros setores. O Município absorve verbas federais e estaduais e participa com o terreno e uma parcela menor de dinheiro. E já existe a intenção de se acrescentar uma piscina coberta e aquecida.
A iniciativa no ensino revela a face moderna de uma cidade que mantém o hábito antigo dos apelidos e corruptelas, muito acentuado na região de São Jerônimo da Serra em comparação a outras.
http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--327-20120104
Visão diferente a de Emídio Couto de Camargo, que imaginou uma cidade na área de 50 alqueires abrangendo a venda de Kuniski, considerando dois aspectos: o terreno naturalmente aplanado e a situação, às margens da Estrada do Cerne. ''A maior rodovia que se construiu no Paraná em todos os tempos'', proclamara o interventor Manoel Ribas, em 1942, no relatório ao presidente da República, Getúlio Vargas.
O professor e advogado Jacob Bittencourt de Moraes, em ''Histórias e Mistérios do Sertão do Tibagi'' (2005), ''cruza'' a origem do município novo com a genealogia de famílias que chegaram a Jataí e São Jerônimo entre 1870 e 1880. Descendentes permanecem na região e, muito particularmente, na continuidade de Nova Santa Bárbara, cidade moderna no lugar outrora passagem de ''safristas'' de porcos.
''Temos 30% em horário integral e vamos atingir, agora, 100%'', informa o vice-prefeito, Josias Piza de Moraes, sobre o Ensino Fundamental a cargo do município, totalizando 340 alunos, enquanto vai mostrando o novo prédio, que recebe acabamento final, além da estrutura externa para atividades complementares. São 11 salas de aula, cozinha, refeitório e outros setores. O Município absorve verbas federais e estaduais e participa com o terreno e uma parcela menor de dinheiro. E já existe a intenção de se acrescentar uma piscina coberta e aquecida.
A iniciativa no ensino revela a face moderna de uma cidade que mantém o hábito antigo dos apelidos e corruptelas, muito acentuado na região de São Jerônimo da Serra em comparação a outras.
http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--327-20120104
EMPREGO - Cornélio Procópio é destaque na empregabilidade
Em 2011 a Agência do Trabalhador bateu recorde de encaminhamento para empregos formais com 1.205 colocações
A Agência do Trabalhador de Cornélio Procópio se classificou como a primeira agência de médio porte no ranking estadual da empregabilidade. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, em 2011 foram encaminhados para o mercado formal de trabalho 1.205 pessoas. O principal setor responsável por esse aquecimento no mercado de trabalho procopense é o da construção civil. O setor industrial, em 2012, também deve aquecer as contratações.
Fazendo um paralelo entre os resultados de Cornélio Procópio e de Londrina, observa-se que Cornélio preencheu 65% das vagas ofertadas empregando cinco vezes a mais do que Londrina que ocupou apenas 8,5% das vagas, deixando para trás um saldo de mais de 12.800 vagas de emprego. Esse resultado é baseado no número de inscritos e colocados, conforme o relatório da Secretaria Estadual do Trabalho.
De acordo com Luiz Felipe Graciano, gerente da Agência do Trabalhador de Cornélio Procópio, o destaque deve-se a um trabalho conjunto que vem sendo realizado com as empresas locais. ''Visitamos as empresas e verificamos qual é a necessidade a ser suprida para que os empresários tenham mão de obra qualificada. Com a demanda detectada trazemos cursos profissionalizantes para a população que é duplamente beneficiada, por meio da capacitação e com o emprego.'' A cidade também ganha. ''A economia fica aquecida e Cornélio Procópio se destaca regionalmente atraindo novos investidores'', diz.
O número de empregos formais, de acordo com Janete Alves Flores, responsável pela Intermediação de Mão de Obra na Agência do Trabalhador, ficou acima da média em Cornélio Procópio durante todos os meses de 2011. Ela explica que a meta mensal a ser cumprida pela agência é de 65 pontos. ''Cada ponto corresponde a um trabalhador empregado formalmente. Mas desde o início de 2011 foram registrados mais de 100 empregos por mês. Esse número é um retorno oficial do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sem contar os trabalhadores informais que são muitos'', explica.''Se em 2011 a construção civil nos surpreendeu dessa forma, acredito que em 2012 o número de contratações deva dobrar'', prospecta.
Todo esse movimento na empregabilidade procopense, conforme ela, se dá pela mudança do sistema operacional que passou a integrar a rede federal, possibilitando que as vagas sejam visualizadas por trabalhadores de todo o país e pelo empenho que a Agência do Trabalhador vem tendo junto aos empresários locais. ''Isso contribui para atrair mão de obra de muitas cidades. Cornélio Procópio conseguiu superar a expectativa de Londrina que é uma agência de grande porte'', diz ela referindo-se às 1.199 pessoas encaminhadas para o mercado de trabalho londrinense, de acordo com o relatório da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária.
A construção civil e o setor industrial, conforme ela, são os setores que mais contratam no município. ''Estamos experimentando um crescimento significativo. Somente uma empresa que abrirá em 2012 oferecerá 150 vagas para auxiliar de produção'', conta.
André Lievori, chefe do escritório regional do trabalho de Cornélio Procópio credita o bom resultado obtido ao desempenho da equipe e ao fato da agência trabalhar em conjunto com a secretaria regional do trabalho.''Esse resultado reflete a integração e dedicação da equipe'', comemora.
Fazendo um paralelo entre os resultados de Cornélio Procópio e de Londrina, observa-se que Cornélio preencheu 65% das vagas ofertadas empregando cinco vezes a mais do que Londrina que ocupou apenas 8,5% das vagas, deixando para trás um saldo de mais de 12.800 vagas de emprego. Esse resultado é baseado no número de inscritos e colocados, conforme o relatório da Secretaria Estadual do Trabalho.
De acordo com Luiz Felipe Graciano, gerente da Agência do Trabalhador de Cornélio Procópio, o destaque deve-se a um trabalho conjunto que vem sendo realizado com as empresas locais. ''Visitamos as empresas e verificamos qual é a necessidade a ser suprida para que os empresários tenham mão de obra qualificada. Com a demanda detectada trazemos cursos profissionalizantes para a população que é duplamente beneficiada, por meio da capacitação e com o emprego.'' A cidade também ganha. ''A economia fica aquecida e Cornélio Procópio se destaca regionalmente atraindo novos investidores'', diz.
O número de empregos formais, de acordo com Janete Alves Flores, responsável pela Intermediação de Mão de Obra na Agência do Trabalhador, ficou acima da média em Cornélio Procópio durante todos os meses de 2011. Ela explica que a meta mensal a ser cumprida pela agência é de 65 pontos. ''Cada ponto corresponde a um trabalhador empregado formalmente. Mas desde o início de 2011 foram registrados mais de 100 empregos por mês. Esse número é um retorno oficial do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sem contar os trabalhadores informais que são muitos'', explica.''Se em 2011 a construção civil nos surpreendeu dessa forma, acredito que em 2012 o número de contratações deva dobrar'', prospecta.
Todo esse movimento na empregabilidade procopense, conforme ela, se dá pela mudança do sistema operacional que passou a integrar a rede federal, possibilitando que as vagas sejam visualizadas por trabalhadores de todo o país e pelo empenho que a Agência do Trabalhador vem tendo junto aos empresários locais. ''Isso contribui para atrair mão de obra de muitas cidades. Cornélio Procópio conseguiu superar a expectativa de Londrina que é uma agência de grande porte'', diz ela referindo-se às 1.199 pessoas encaminhadas para o mercado de trabalho londrinense, de acordo com o relatório da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária.
A construção civil e o setor industrial, conforme ela, são os setores que mais contratam no município. ''Estamos experimentando um crescimento significativo. Somente uma empresa que abrirá em 2012 oferecerá 150 vagas para auxiliar de produção'', conta.
André Lievori, chefe do escritório regional do trabalho de Cornélio Procópio credita o bom resultado obtido ao desempenho da equipe e ao fato da agência trabalhar em conjunto com a secretaria regional do trabalho.''Esse resultado reflete a integração e dedicação da equipe'', comemora.
http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--313-20120104
sábado, 7 de janeiro de 2012
Secretaria do Idoso anuncia novas academias ao ar livre
Com instalação dos aparelhos, município revitaliza o espaço e oportuniza prática gratuita de exercícios físicos
A Secretaria Municipal do Idoso anunciou ontgem (6) que, na próxima semana, vai inaugurar mais duas academias ao ar livre. A primeira será liberada ao público quarta-feira (11) e fica no Lago Norte, na av. Curitiba. Já na sexta-feira (13), os moradores do Jardim Piza vão poder usufruir dos aparelhos de ginástica que ficam na praça da rua George Von Malte.
Até dezembro de 2011, o prefeito Barbosa Neto e a secretária municipal do Idoso, Liz Clara Ribeiro de Campos, entregaram 48 academias. Na zona norte, foram inaugurados 12 espaços para a prática esportiva. Na região leste, são nove, na oeste 10, na sul, quatro. Nos distritos de São Luiz, Guaravera e Lerroville, há uma academia em cada um deles.
A secretária municipal do Idoso explicou que 2011 foi um ano produtivo para a Secretaria e que novos projetos serão realizados este ano. ”Esta gestão marca uma nova forma de trabalho com as pessoas idosas. Houve um envolvimento muito grande de toda equipe e dos idosos, nos programas e projetos realizados, o que coloca a secretaria do idoso como referência na implantação de políticas públicas”, disse Liz Clara.
Até o momento, a Sercomtel já instalou internet ao ar livre em 19 destas academias. Para utilizar a internet, é preciso se cadastrar, solicitar um login de acesso e esperar contato de liberação do serviço. O site para o cadastro é www.sercomtelaoarlivre.com.br. È necessário ter mais de 18 anos para fazer o cadastro.
Outras academias têm mesas de pingue-pongue, que estimulam os jovens a participar das atividades esportivas em conjunto com seus pais, avós e amigos. Além disso, a Prefeitura disponibiliza monitores, em mais de 30 academias, encarregados de orientar a prática correta dos exercícios. Os alunos de educação física, da Fundação de Esportes de Londrina (FEL), estão à disposição, três vezes por semana, durante três horas por dia.
As academias ao ar livre têm o objetivo de estimular, principalmente os idosos, a praticar exercícios físicos regulares. Segundo a secretária municipal do Idoso, “praticar atividades físicas em conjunto possibilita a convivência intergeracional, melhora a autoestima, ajuda a prevenir doenças e faz com as pessoas se sintam de bem com a vida”.
Além disso, os locais escolhidos para a instalação dos dez aparelhos tornam-se pontos de socialização da comunidade e revitalizam o espaço. Até o final deste ano, a Prefeitura de Londrina vai instalar mais 27 academias, totalizando 75. A ideia é que todos os bairros da cidade tenham, pelo menos, uma academia ao ar livre.
http://www.jornaluniao.com.br/noticias.php?editoria=17¬icia=MTcyNzA=
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Reveillon Luz reuniu 75 mil pessoas no aterro do Igapó
Com a presença do prefeito Barbosa Neto, evento teve apresentações da banda Quem Dera e das duplas Matogrosso e Mathias e Davi e Fernando
A terceira edição do Reveillon Luz 2011-2012 superou as expectativas dos organizadores e atingiu uma marca de 75 mil pessoas, na hora em que os fogos estouraram. Havia muita gente, ocupando todo o aterro do Lago igapó 2 e as vias laterais como a avenida Maringá e Airton Senna, além da Joaquim de Matos Barretos.
Conforme o diretor de Turismo da Codel, Cristiano Feijó, o Reveillon Luz superou o público esperado, que era de 60 mil pessoas. “Recorde de participação. Foi um sucesso com impacto de R$ 2,5 milhões distribuídos em aproximadamente 50 setores da economia”, disse Feijó. Ele lembrou que famílias, jovens e idosos compareceram a terceira edição do Reveillon Luz.
A festa começou com as apresentações do grupo de pagode Quem Dera, seguido pela dupla sertaneja Matogrosso e Mathias. À meia-noite, após contagem regressiva, houve queima de fogos, em comemoração à passagem do ano e na sequencia, a dupla londrinense Davi e Fernando encerrou a programação da noite.
O prefeito Barbosa Neto esteve presente acompanhado de sua família e fez a contagem regressiva. Vereadores José Roque Neto, Rodrigo Gouveia e pastor Renato Lemes acompanharam o prefeito.
A terceira edição do Reveillon Luz transcorreu normalmente sem qualquer incidente. A CMTU fez a segurança do local com 20 agentes de trânsito. Policiais militares, 70 integrantes da Guarda Municipal e mais 100 seguranças particulares reforçaram o policiamento do local.
Café livre de impurezas
A pesquisa da professora Suzana Nixdorf foi premiada este ano, durante evento internacional de química
Método desenvolvido por cientistas da UEL pode tornar mais precisa a identificação de misturas presentes no produto que chega ao consumidor
Por causa disso, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) baixou, no ano passado, a normativa 16, que estabelece critérios rígidos para garantir a qualidade do produto oferecido ao consumidor e define exigências de porcentual máximo de impurezas (até 1%), umidade (até 5%) além de um padrão básico de sabor, aroma e fragrância. O problema é que o método de identificação das impurezas é feito de forma difícil e complicada – através da identificação celular – que poucos laboratórios estão aptos a realizar e no qual não se identifica exatamente a impureza que foi acrescida. Quanto à qualidade, os testes mais aceitos são de paladar, utilizados pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).
Porém, uma pesquisa desenvolvida no Departamento de Química da Universidade Estadual de Londrina (UEL) pode resolver o problema, tornando testes do tipo mais ágeis e acessíveis. Coordenada pela professora Suzana Lucy Nixdorf, a pesquisa é realizada também pelas estudantes de pós-graduação Elis Daiane Pauli, Franciele Barbieri e Júlia Estéfane Martins de Abreu, com a participação do professor Carlos Alberto Paulineti da Câmara, responsável pelo desenvolvimento do software que vai ajudar nas futuras avaliações. O trabalho já rendeu o primeiro prêmio – entre 210 concorrentes - num congresso realizado em setembro na Feira Internacional de Tecnologia para Laboratórios, Análises, Biotecnologia e Controle de Qualidade – Analítica Latin America.
Segundo Suzana, o método tradicional exige avaliação feita por especialista em células vegetais e é totalmente subjetivo, com o agravante de não se conseguir determinar a porcentagem de impurezas na mistura. “Até se consegue identificar o adulterante, mas para dizer a porcentagem exata, como determina o Mapa, é difícil. Por isso, é preciso ter equipamentos e técnicas mais elaboradas para chegar nesse nível de refinamento”, conta.
Para o engenheiro agrônomo, classificador e provador de café do Mapa em Londrina, Francisco Barbosa Lima, se essa metodologia desenvolvida na UEL se mostrar eficiente, pode vir a agilizar o processo que hoje é praticamente manual. “Para fazer uma análise é preciso secar, desengordurar, peneirar, colocar as amostras no microscópio. Só se tem condições de processar poucas amostras por dia, em laboratórios credenciados”, explica.
Análise usa cromatógrafo e modelos matemáticos
A pesquisa da professora Suzana Nixdorf começou há 20 anos, quando decidiu tornar mais fácil a avaliação do café. Ao longo do tempo, foi adaptando máquinas para fazer análises até construir, em parceria com o professor Carlos Câmara, um cromatógrafo especial. É nele que são analisados os carboidratos presentes em cada substância amostrada. O cromatógrafo emite gráficos que trazem todo perfil da estrutura. Já foram analisadas as estruturas do café arábica, do robusta, das cascas e paus de café, da soja, do milho, triticale, cevada e vários outros produtos que são comumente adicionados ao pó de café. Estão sendo finalizados os estudos sobre as diferentes torras, que também podem alterar as estruturas.
Segundo ela, com a máquina desenvolvida por eles, qualquer pessoa com treino em laboratório poderá utilizar a técnica. “O que nós fizemos de diferente foi montar um cromatógrafo totalmente adaptado de partes de componentes industriais já existentes, com software desenvolvido pelo professor Carlos Câmara”, diz. A grande vantagem, explica a pesquisadora, é que, além de cada composto, também vai identificar a quantidade de cada um.
Paralelamente, o grupo está desenvolvendo outra metodologia, para triagem, que utiliza equipamentos comuns nos laboratórios. “Com esse software, os laboratórios poderão perceber rapidamente se há algo estranho com as amostras e encaminhá-las, então, para um [laboratório] mais especializado”, diz. Segundo ela, são “superfícies de repostas”, que dispensam a análise ponto a ponto daquelas amostras que estiverem adequadas. “É um modelo matemático, quase como o que acontece nos exames laboratoriais de saúde, por exemplo”, afirma. Nesse perfil matemático, o grupo contou com a participação da professora-doutora Ieda Scarminio.
A previsão é que o estudo só esteja completo daqui a um ano e meio e a intenção do grupo é disponibilizar a tecnologia para todos os interessados.
Casos de homicídio caem 14% em Londrina
Segundo dados da Polícia Civil, cidade registrou 97 homicídios em 2011. Foram 15 mortes a menos no ano passado
Amaro informou que vai propor a criação de uma Delegacia de Homicídios para Londrina neste ano. “Nosso grande problema é estrutura física”, lamentou. Segundo ele, já existe verba orçada para a construção de uma nova sede do 10º Distrito Policial. “Nada impede que o governo alugue um imóvel para abrigar a Delegacia de Homicídios”, afirmou.
De acordo com o delegado, a ampliação do setor será importante para que a polícia consiga cumprir a meta estabelecida pelo governo estadual de redução do número de homicídios em todo o Paraná. “Hoje, a taxa de homicídios no Estado é de cerca de 28 por 100 mil habitantes. Até o início de 2015, o Paraná quer chegar à média aproximada de 21”, informou. Além de uma nova estrutura física, Amaro destacou que o setor de Homicídios precisa de pelo menos mais um escrivão e um delegado.
O delegado-chefe da 10ª Subdivisão Policial de Londrina destacou também a importância do apoio do Ministério Público (MP) e Poder Judiciário nas ações da polícia e também a colaboração da população com denúncias.
Políticas públicas
Para o doutor em estudos sobre violência do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Alex Eduardo Gallo, a redução dos homicídios na cidade ainda é pequena, mas significativa. Ele atribui o resultado positivo ao empenho da polícia. “A mudança na linha de investigação é o que tem dado mais resultado”, destacou.
Para o doutor em estudos sobre violência do Departamento de Psicologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Alex Eduardo Gallo, a redução dos homicídios na cidade ainda é pequena, mas significativa. Ele atribui o resultado positivo ao empenho da polícia. “A mudança na linha de investigação é o que tem dado mais resultado”, destacou.
Para ele, essa diminuição do número de assassinatos, que vem ocorrendo desde 2009 em Londrina, não segue uma tendência. “O próprio Mapa da Violência [divulgado em dezembro pelo Instituto Sangari] mostra que o número de homicídios aumentou mais de 100% nos últimos 30 anos no Brasil”, justificou.
Na avaliação do pesquisador, faltam políticas públicas eficientes na cidade, principalmente de prevenção ao uso de drogas, já que o tráfico está entre as principais causas dos homicídios.
Mapa da Violência mostra queda gradativa
Segundo reportagem publicada pelo JL em dezembro, Londrina caiu 134 posições no ranking nacional e 10 colocações no ranking estadual de homicídios, com base no Mapa da Violência 2012, divulgado pelo Instituto Sangari. O levantamento, baseado em análise de estatísticas dos anos de 2008 a 2010, aponta Londrina como a 48ª cidade mais violenta do Paraná e a 550ª no Brasil. Em 2011, o Município ocupava a 416ª posição nacional e a 38ª estadual. De acordo com o estudo, Londrina vem registrando uma queda gradativa no número de assassinatos desde 2008. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera aceitável a ocorrência de 10 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes. No Paraná, em 2010, segundo dados do Instituto Sangari, essa relação era 34,4 e em Londrina, 27,4 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes. O Mapa da Violência do Instituto Sangari mostra que em 30 anos (de 1980 a 2010), o Brasil ultrapassou a marca de 1 milhão de vítimas de homicídio. De acordo com o relatório, a média anual de mortes por homicídio no País supera o número de vítimas de enfrentamentos armados no mundo. Entre 2004 e 2007, 169,5 mil pessoas morreram nos 12 maiores conflitos mundiais. No Brasil, o número de mortes por homicídio nesse mesmo período foi 192,8 mil.
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